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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Eventos e Festas Populares

Neste mural voce poderá acompanhar a programação dos
eventos e festas populares em nossa região!!!

Rio Novo/MG

Juiz de Fora/MG

Rio de Janeiro/RJ

Matias Barbosa/MG

Três Rios/RJ
Matias Barbosa/MG

Matias Barbosa/MG

Matias Barbosa/MG
Cubatão/SP
Juiz de Fora/MG
Matias Barbosa/MG
Matias Barbosa/MG
Juiz de Fora/MG
Belo Horizonte/MG
Simão Pereira/MG
Três Rios/RJ
Matias Barbosa/MG
Rio de Janeiro/RJ
 Governador Valadares/MG
 Ouro Preto/MG
São Luís/MA

Juiz de Fora/MG
São Paulo/SP
 Juiz de Fora/MG
Juiz de Fora/MG
Juiz de Fora/MG
Belo Horizonte/MG
Ouro Branco/MG
 Matias Barbosa/MG
Belo Horizonte/MG

Juiz de Fora/MG
Guarani/MG
Rio de Janeiro/RJ
 
 Juiz de Fora/MG
Rio de Janeiro/RJ

 Juiz de Fora/MG

Petrópolis/RJ

 Governador Valadares/MG

Juiz de Fora/MG

Juiz de Fora/MG
Belmiro Braga/MG
Cataguases/MG
Juiz de Fora/MG
Pequeri/MG
 
Juiz de Fora/MG
Juiz de Fora/MG
 Piau/MG
São Paulo/SP
Matias Barbosa/MG
Matias Barbosa/MG
Juiz de Fora/MG
Juiz de Fora/MG
Matias Barbosa/MG
São João Nepomuceno/MG
 Juiz de Fora/MG
Juiz de Fora/MG
Minas Gerais/Brasil
Juiz de Fora/MG

Matias Barbosa/MG


Belo Horizonte/MG
Belo Horizonte/MG

Belo Horizonte/MG
Juiz de Fora/MG
Juiz de Fora/MG
                                                 Chácara/MG                                                                                     Três Rios/RJ


Juiz de Fora/MG


Juiz de Fora/MG
        Matias Barbosa/MG
Simão Pereira/MG

Matias Barbosa/MG
Juiz de Fora/MG
Ewbanck da Câmara/MG
Caputira/MG

Juiz de Fora/MG

Juiz de Fora/MG


Rio Pomba/MG

Juiz de Fora/MG

Ibitipoca/MG

Londres/Inglaterra
Matias Barbosa/MG

Matias Barbosa/MG



 
 

 

 
 
Juiz de Fora/MG

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Nova Visita das Caminhantes da Estrada Real

CAMINHANTES DA ESTRADA REAL HOMENAGEIA MATIAS BARBOSA/MG
Primeira visita das Caminhantes da Estrada Real

Matias Barbosa(MG) originou-se a partir da primeira sesmaria doada ao fidalgo português Mathias Barboza da Silva nas margens do Caminho Novo recebeu no dia 1º de julho de 2012 pela segunda vez a Associação das Caminhantes da Estrada Real. Esta segunda visita foi muito especial pois as Caminhantes da Estrada Real entregou então professor Ricardo Sartine uma placa de homenageando a cidade e a passagem das Caminhantes pelo município. A confraternização e entrega da placa ocorreu na Cabana Matiense onde no passado era Caminho Novo.
Entrega da Placa ao professor Ricardo Sartine
Confraternização na Cabana Cipriani

Os diversos caminhos deveram origem ao estado de Minas na busca por ouro, diamante e pedras preciosas; através das bandeiras de Fernão Dias, Bartolomeu Bueno da Silva, Borba Gato, dentre outros ilustres exploradores do Brasil ainda colônia de Portugal, abrindo caminhos entre montanhas. Nessa busca surgiu a Estrada Real compreendendo 1.630 km, passando por 199 municípios, sendo 169 no Estado de Minas Gerais, 22 no Estado de São Paulo e 8 no Estado do Rio de Janeiro.

Secretário de Cultura Ricardo Sartine e Turismo e Diretoria da ACER
          Ao longo dos séculos, a Estrada Real perdeu importância. É preciso redescobri-la, trazer à tona o passado glorioso, valores e o modo de viver das pessoas ao longo deste caminho. Pensando assim, o Governo de Minas juntamente com a Fiemg lançaram o Instituto Estrada Real. Com esse mesmo propósito Beth Pimenta e Dalva Thomaz, em 2003, decidiram convidar umas amigas (20) do Colégio Interno de Conceição do Mato Dentro, para fazerem este percurso (ER), e partiram de Bom Jesus do Amparo em direção a Conceição do Mato Dentro.
Professor Ricardo Sartine e Turismo e Diretoria da ACER

            Assim nasceu a ACER- Associação das Caminhantes da Estrada Real- uma entidade sem fins lucrativos que promove, realiza e coordena caminhadas com grupo de (80) mulheres, empresárias, mestras e doutoras, políticas, juízas, arquitetas e jornalistas, enfermeiras, no roteiro da Estrada Real, sempre estimulando o desenvolvimento das comunidades visitadas, atuando nas áreas de cultura, educação, meio ambiente, turismo e promovendo ações destinadas à preservação e valorização dos patrimônios históricos, artísticos e socioambientais.
 Primeira visita em Matias Barbosa, Casa do Artesão
Visita ao Espaço Século XVIII
 Escadaria de acesso a Capela de Nossa Senhora do Rosário,
Patrimônio Histórico Nacional
Vista da Capela de Nossa Senhora do Rosário, a partir do adro
      
    A Associação das Caminhantes abraça o projeto “Arvore é Vida” Idealizado pela BPW (International Federation of Business and Professional Women), registrado na ONU e presente em 90 países. O foco principal nesse projeto é o plantio de arvore nativas na região limítrofe e de influência da Estrada Real. Além de proporcionar a recomposição e ampliação vegetal em áreas desnudas e de APP (topo de morro, margens de rios e córregos, proteção de nascentes), as árvores em pontos estratégicos formarão alamedas e bosques, ampliando os atrativos turísticos nesse patrimônio do turismo nacional.


"Este grupo não será desfeito, porque veio para sempre, solificado em todos os corações nesta estrada que é a Estrada da Esperança".



Objetivos da Associação das Caminhantes da Estrada Real:

I - Promover caminhadas na Estrada Real, ou em qualquer outro roteiro;

II - Atuar nas áreas de cultura, meio ambiente e desenvolvimento sustentável, educação, turismo, saúde e ação social nas comunidades visitadas;

III - Estimular a melhoria das condições de vida das comunidades nos roteiros das caminhadas;

IV - Apoiar e incentivar a cultura, os valores e modos de vida dessas comunidades;

V - Promover ações visando a preservação e valorização de patrimônios históricos, arquitetônicos, artísticos e paisagísticos localizados nessas comunidades.

 Relógio do Sol em Pedra Sabão, réplica da cidade de Tiradentes, localizado no
adro da Capela de Nossa Senhora do Rosário
 Interior da Capela de Nossa Senhora do Rosário
Exibição do curta sobre o Encontro de Folia de Reis em Matias Barbosa (cine estação)
            Toda a comunidade matiense parabeniza a iniciativa das Caminhantes da Estrada Real e deseja lhes muito sucesso e saúde nesta jornada pelos antigos caminhos de Minas, Rio e São Paulo.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Simbolos da Estrada de Rodagem União e Indústria




Brasão Comemorativo dos 150 anos da

Estrada União & Indústria (1861-2011)

DESCRIÇÃO

1 – O Escudo: Escudo português ou ibérico, de uso predominante na heráldica de Domínio no Brasil, evocar nossas remotas origens lusitanas contendo os seguintes elementos:

1.1 – Chefe (parte superior):

Sinople (azul) inicia-se com a serra do Taquaril simboliza a paisagem da terra fluminense e sobre onduladas montanhas da serra de Marmelos que simbolizam a paisagem da terra mineira.

1.2 – Campo Principal:

De goles, com as seguintes representações:

1.2.1 – Uma representação da simbólica das diversas Pontes da Estrada União & Indústria, de prata, em sua apresentação primitiva, (superestrutura de madeira) e os pilares em pedra (ainda os primitivos).

1.2.2 – Sobre a ponte uma Carruagem denominada Mazeppa, Petrópolis a Juiz de Fora, muito utilizada pela Cia União & Indústria, tirado por quatro cavalos.

1.2.3 – A Estrada União & Indústria é representada esquematicamente em uma única faixa onduladas de sable (negro) e prata.

1.3 – Ponta:

De sinople é representado pelas atuais bandeiras do Estado do Rio de Janeiro e do Estado de Minas Gerais.

2 – Elementos externos:

2.1 – Coroa de Dom Pedro II, Imperador do Brasil (1840-1889) responsável pela concessão para construção e exploração da Estrada União & Indústria pelo Comendador Mariano Procópio.

2.2 – Suportes: Ramos de café frutados e fumo, evocando a atividade econômica mais importante da região até o primeiro quartel do século XX.

2.3 – Listel de goles (marron), com as seguintes inscrições em

jalne (negro). À destra: 1861 – Ano em que foi inaugurada a Estrada União & Indústria. À senestra: 2011 – Ano em que completa a Estrada União & Indústria, 150 anos de inauguração, no tronco principal passando pelos municípios de Petrópolis, Areal, Três Rios, Comendador Levy Gsparian, Simão Pereira, Matias Barbosa e Juiz de Fora.

Centro: Estrada União & Indústria – O nome da Estrada.

OBSERVAÇÃO: Para fins de impressão, as cores ouro e prata podem ser substituídas por amarelo e branco, respectivamente. A coroa mural pode ser representada em tonalidade cinza-claro.

Concepção Ricardo Sartine Fernandes de Oliveira

Desenho: Mario Cleber Pereira da Silva.








Conhecendo dos Bens Tombados de Matias Barbosa: Presidente Getúlio Vargas


Busto do Presidente Getúlio Vargas



Ano do Tombamento – 2007

Tombamento Municipal – Decreto nº 1.349 de 05 de março de 2007.



Monumentos

Busto de Getúlio Vargas.



Localização

Praça da Bandeira, s/n.



Bairro

Centro.



Custo da Construção

Indeterminado.



Período de Construção

Ano de 1958.



Técnico Responsável pela Construção

Indeterminado.



Histórico da Edificação

Getúlio Vargas visitou o município de Matias Barbosa, em 1934, 1935, 1936 e 1937, pois era amigo da família do Dr. João Rezende Tostes, proprietário da Fazenda São Matheus, que por diversas outras vezes transformou a fazenda em Palácio Presidencial, com guarda de honra e outros aparatos. A iniciativa da colocação do busto de Getúlio Vargas em Matias Barbosa foi dos matienses getulistas. A inauguração se deu em 19 de abril de 1958.



Descrição da Edificação

O busto em bronze, do Presidente Getúlio Vargas, localiza-se sobre uma base retangular de concreto em granito cinza.



Técnicas Construtivas Predominantes

Bronze fundido em molde de gesso.






















Símbolos de Matias Barbosa: Brasão


BRASÃO DO MUNICÍPIO DE MATIAS BARBOSA.

DESCRIÇÃO

1 – O Escudo:
Escudo português ou ibérico, de uso predominante na heráldica de Domínio no Brasil, evocar nossas remotas origens lusitanas contendo os seguintes elementos:
1.1 – Chefe (parte superior):
Sobre onduladas montanhas de Sinople (verde), que simbolizam a paisagem da terra mineira, observa-se:
1.1.1 - Uma faixa de jalne (ouro) evocando o Caminho Novo, primeira via de penetração que passou pela região onde selocaliza o Município, para a ligação entre o Rio de Janeiro e as regiões de mineração. A faixa estreita-se quando atinge a Capela de N. S. Da Conceição do Registro do Caminho Novo, lembrando o Registro que existia na fazenda de Manuel do Vale Amado, ponto de parada obrigatória para fiscalização. Em 1781 foi concedida a Tiradentes a patente de Comandante da Patrulha do Caminho Novo, por três anos.
1.1.2 – No centro, uma reprodução da fachada da capela antes mencionada, único e último testemunho do século XVIII na área, posto que construída em 1777. Nela fizeram suas orações os inconfidentes que passavam pelo local, aprisionados, em sua viagem para o Rio de Janeiro. Na ocasião o inconfidente Coronel Francisco de Paula Freire de Andrade, agradecendo a hospedagem e oportunidade de orarem na capela.
1.1.3 – À destra, um escudete de prata carregado de um gibão de bandeirante de goles (vermelho), em homenagem aos bandeirantes abriu a picada do Caminho Novo.
1.1.4 – À senestra, um escudete de prata carregado de um triângulo de goles (vermelho) evocando a figura de Tiradentes, que possuía três fazendas na região onde hoje se localiza o Município, assim como os inconfidentes pernoitaram na Fazenda de Manuel do Vale Amado e fizeram suas orações na capela.
1.2 – Campo Principal:
De goles, com as seguintes representações:
1.2.1 – Uma representação da Ponte do Zamba, de prata, em sua apresentação primitiva, ( superestrutura de madeira ) e os pilares em pedra ( ainda os primitivos). A escolha desta se deve aos seguintes motivos:
Foi construída para a Estrada do Paraibuna, por Henrique Guilherme Fernando Halfeld.
Foi aproveitada pela estrada União e indústria em seu trajeto, empreendimento de Mariano Procópio Ferreira Lage. Sendo assim, a Ponte do Zamba sintetiza duas das três estradas que contribuíram para o progresso da região. A outra seria o Caminho Novo, já mencionado.
1.2.2 – Sobre a ponte um carroção para transporte de café da Cia União Indústria, tirado por duas mulas, todo o conjunto em jalne (ouro) por ter sido o café a principal riqueza da região, o “ouro verde”, sendo os sacos de café representados na sua cor.
1.2.3 – O Rio Paraibuna é representado esquematicamente em faixas onduladas de sable (negro) e prata. É sabido que o vocábulo indígena Paraibuna (para + iwa + uma), segundo Antenor Nascentes, significa “rio imprestável e escuro” ou “negro”. Sua importância vincula-se á sua utilização como via de penetração dos bandeirantes, roteiro do Caminho Novo, da Rodovia União e Indústria, da Estrada do Paraibuna e da Estrada de Ferro D. Pedro II.
1.3 – Ponta:
De sinople (verde), carregado de uma cabeça de gado vacum em prata, ladeada de 2 espigas de milho granadas de jalne (ouro). O conjunto simboliza a economia agro-pastoril do município, onde a terra verdejante, irrigada pelas águas do Paraibuna, propicia a agricultura e a pecuária.

2 – Elementos externos:
2.1 – Coroa mural de prata, de oito torres, sendo cinco aparentes, símbolo heráldico dos municípios com categoria de cidades. Forrada de goles, mostra pelas portas abertas a vocação da cidade em acolher a todos os que buscam abrigo e segurança.
2.2 – Suportes: Ramos de café frutados, evocando a atividade econômica mais importante da região até este século.
2.3 – Listel de goles (vermelho), com as seguintes inscrições em
jalne (ouro). À destra: 1709 – Ano em que Matias Barbosa recebeu a sesmaria que corresponde no território onde hoje se situa cidade e lhe dá o nome. À senestra: 1923 – Emancipação do município, 7/9/1923, separando-se de Juiz de Fora.
Centro: Matias Barbosa – O nome do Município.

OBSERVAÇÃO:Para fins de impressão, as cores ouro e prata podem ser substituídas por amarelo e branco, respectivamente. A coroa mural pode ser representada em tonalidade cinza-claro. Concepção e desenho: Professor Newton Barbosa de Castro

Lei nº 663 de 21 de setembro de 2001 – Dispõe sobre a forma e apresentação do símbolo, brasão e bandeira do município de Matias Barbosa, revoga a Lei nº 240 de 27 de março de 1986 dá outras providências.